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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Reflexão: O Lenhador e o Machado




Essa é a história de Pedro, um ótimo lenhador que chegou a uma serraria procurando emprego. O capataz deu-lhe um dia para que ele mostrasse as suas habilidades.
Pedro surpreendeu o capataz, pois era capaz de derrubar dez árvores enquanto o normal era abater duas por dia. O melhor lenhador derrubava quatro.

Diante disso, Pedro foi alvo de comentários por parte de todos, pois era o melhor lenhador que se conhecia. Foi um verdadeiro sucesso. Porém, depois de algum tempo, sua produção baixou até que passou a ser o pior de todos os lenhadores. O que estaria acontecendo? O capataz preocupado, procurando saber o que estava havendo, chamou Pedro e disse:

- No dia em que você chegou aqui derrubou dez árvores, sem demonstrar cansaço e assim continuou por algum tempo. Mas ultimamente o vejo abatido e esgotado, sua produção foi caindo e você tem derrubado apenas uma árvore por dia. O que houve?
- Não sei, respondeu Pedro. Estou trabalhando como nunca trabalhei antes: tenho me esforçado três vezes mais, sou o primeiro a ir para a mata e o último a voltar!
O capataz pensou um pouco e perguntou a Pedro:
- Pedro, nesse tempo que está aqui, quantas vezes você amolou o machado?
E Pedro, um pouco atrapalhado, respondeu:
- Nenhuma, não tive tempo.

Quantas vezes voce amolou seu machado desde que foi chamado por Jesus? Nossa produção tem que no mínimo permanecer estável. Nunca diminuir! O que temos produzido com nossa ferramenta dada por Deus?
Nosso machado é nossa fé e nosso amolador é o Espírito Santo. Se voce nãoa tiver contato com Ele, seu machado vai dimiuindo a produção até ficar totalmente cego.

“Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.” Eclesiastes 3:

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Relações Familiares




Nos dias de hoje é comum vermos conflitos familiares, discussões, brigas e até mesmo agressões entre familiares, mas será que sempre foi assim?

Os conflitos familiares datam de antes de Cristo, temos como exemplo Caim e Abel... O que me causa reflexão é que hoje nos consideramos uma sociedade moderna e evoluída em vários aspectos, mas uma das coisas em que não temos alcançado sucesso nessa “evolução” é a relação familiar que está cada dia mais superficial e abalada.

Algumas mídias visam aproximar pessoas que estão distantes como por exemplo a internet e o telefone, agora contamos com vídeo conferências que ligam pessoas onde quer que estejam, temos como uma mídia direcionada para o entretenimento a TV, que faz com que milhões de famílias se “reunam” e fiquem em frente à TV por horas...

A pergunta que não quer calar, essas mídias proporcionam um relacionamento de qualidade? Aproximam ou afastam as pessoas? Temos que buscar o equilíbrio em tudo que fazemos, por isso acho que são ferramentas úteis para diminuir fronteiras e facilitar a comunicação e ponto, nada além disso. Quantas famílias sentam em frente a uma Tv e ficam horas sem trocar uma palavra, apenas ligados no que está passando na programação, jovens se conectam com milhares de outros jovens do mundo inteiro, trancados em seus quartos e não se relacionam com seus pais e irmãos que estão ao lado.

Jesus nos convida a ter um relacionamento com Ele e apenas através desse relacionamento alcançamos intimidade e comunhão, da mesma forma somos convidados a investir todos os dias no RELACIONAMENTO FAMILIAR, somente dessa forma construiremos as bases necessárias para que a nossa família enfrente qualquer adversidade ou conflito de gerações.

Invista no relacionamento com sua família e experimente a essência do projeto de Deus para nossas vidas! Que Deus te abençoe!

André Fernandes – Líder da Rede Jovem CEI

Às Voltas com os Interesses do Pai

           Assim como Jesus, precisamos nos envolver com a obra do Pai. Um escritor anônimo captou a essência da mordomia pastoral diante do Senhor com uma exortação no sentido de que se faça a obra de Deus de acordo com a Palavra:
Apegue-se ao trabalho. Não recue porque o leão ruge; não pare para jogar pedras nos cachorros do Diabo; não perca tempo caçando os coelhos deste. Faça seu trabalho. Deixe os mentirosos e suas mentiras, deixe os secretários discutirem, deixe os críticos maldizerem, deixe  os inimigos  acusarem, deixe o Diabo fazer o que Deus lhe incumbiu.
Ele não o mandou ser admirado ou estimado, e nunca ordenou que defendesse seu caráter. Ele não o posicionou para contradizer as falsidades (acerca de você mesmo) que os servos de Satanás ou de Deus talvez comecem a espalhar, nem para investigar cada rumor que ameace sua reputação. Se você agir assim, não obterá resultados satisfatórios; estará trabalhando para si mesmo, não para o Senhor.
Mantenha-se no trabalho do Mestre. Que seu alvo seja fixo como uma estrela. Você pode ser assaltado, injuriado, insultado, caluniado, ferido e rejeitado, incompreendido ou acusado de motivações impuras; bem como afrontado pelos inimigos, traído pelos amigos, desprezado e rejeitado pelos homens. Mas tenha determinação e zelo inabalável, a fim de perseguir o grande propósito e objetivo de sua existência, até que finalmente possa dizer: “Completei o trabalho que tu me deste”.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Invista 1 minuto de seu tempo à essa leitura!




(Fato ocorrido durante a batalha de Gettysburg - guerra civil americana - em 01 de Julho de 1863. Título original: “Charles Coulson, the Cristian Drummer Boy”. Esta história foi publicada em 1893, por S.B. Shaw Plubishers, em New York).


Trabalhei como cirurgião do exército dos Estados Unidos durante a guerra civil. Após a batalha de Gettysburg, chegaram ao hospital vários soldados feridos, entre eles Charlie Coulson. Como ele era muito jovem para ser soldado, pois tinha 17 anos, alistou-se como tamborileiro. (tocador de tambor) Ele chegou com ferimentos graves, sendo necessário amputar-lhe um braço e uma perna. Quando os meus assistentes foram aplicar-lhe clorofórmio para a cirurgia, ele recusou-se e pediu para chamar-me e disse-me: “Doutor, quando eu tinha nove anos, dei meu coração a Jesús e desde então venho aprendendo a confiar Nele. Ele é aminha força, e me sustentará enquanto o senhor estiver amputando o meu braço e a minha perna.” Então lhe pedi para que tomasse um pouco de conhaque. Mais uma vez ele respondeu: “Doutor, quando eu tinha cinco anos, minha mãe se ajoelhou ao meu lado e pediu a Jesus para que eu nunca bebesse um gole de bebida alcoólica. Existe a possibilidade de eu morrer e ir à presença de Deus. O senhor quer que eu chegue lá com bafo de conhaque?”.

Naquela ocasião, eu detestava Jesús, mas admirei a lealdade daquele rapaz com o seu Salvador. Chamei o Capelão, que conhecia bem o moço, pois este freqüentava as reuniões de orações. Disse o Capelão: Charlie estou muito penalizado de vê-lo assim. Charlie respondeu ao Capelão: “Ah, estou muito bem senhor. O doutor me ofereceu clorofórmio e conhaque, mas eu não aceitei, pois quero me apresentar ao meu Salvador em meu juízo perfeito”.

Talvez você nunca morra, disse o Capelão. Mas, se o Senhor o levar, você deseja que eu faça alguma coisa? “Capelão, respondeu o jovem, escreva uma carta para minha mãe e lhe diga que tenho lido a Bíblia todos os dias, e que tenho orado sempre para que Jesús a abençoe.” “Estou pronto doutor. Prometo que não vou nem gemer, se o senhor não me der o clorofórmio”.

Garanti-lhe que não aplicaria a droga, mas, antes de pegar o bisturi, fui à saleta tomar um gole de conhaque Quando pequei a serra para cortar o osso, o rapaz colocou a ponta do travesseiro entre os dentes e sussurrou: “Ó Jesús, bendito sejas! Fica ao meu lado agora”.

O rapaz cumpriu o que prometera; não gemeu. Eu não dormi naquela noite, pensando no rapaz. Pouco depois da meia noite, levantei-me e fui ao hospital. Assim que cheguei, o enfermeiro disse-me: Dezesseis soldados morreram. E Charlie também? Indaguei-lhe. Não, dorme como um bebê. Por volta das nove horas, o Capelão leu trechos das Escrituras pra Charlie e ambos cantaram hinos de louvor. Não consigo entender, doutor, como uma pessoa sentindo tanta dor ainda era capaz de cantar, completou o enfermeiro.

Passado cinco dias, desde que fora operado, Charlie me chamou e disse: “É chegado a minha hora. Creio que não terei mais um dia de vida. Sei que é judeu, e não crê em Jesús, mas gostaria que ficasse ao meu lado e me visse morrer, confiando em meu Salvador”. Tentei ficar, mas não consegui, pois aquele rapaz regojizava no amor daquele Jesús que eu detestava. Passado vinte minutos, o enfermeiro procurou-me no consultório e disse-me: Doutor, Charlie está morrendo e gostaria de vê-lo novamente. Chegando ao quarto, Charlie pediu-me que segurasse a sua mão e disse: “Doutor, amo o senhor porque é judeu. O melhor amigo que eu tive neste mundo foi um judeu”. Perguntei-lhe quem era este amigo e ele replicou: “Jesús”. Quero apresentá-lo a Ele antes de morrer. “Enquanto o senhor me amputava, orei a Jesús pedindo que manifestasse o seu amor ao senhor”.

Aquelas palavras tocaram fundo em meu coração. Doze minutos depois ele dormiu tranqüilo nos braços de Jesús. Durante a guerra, morreram centenas de soldados, mas só compareci ao sepultamento de Charlie Coulson. As últimas palavras daquele rapaz me impressionaram muito. Possuía muitos bens materiais, mas teria dado todo meu dinheiro para crer em Cristo, como ele cria. Contudo, a fé é algo que o dinheiro não compra.

Pouco tempo depois, esqueci o sermão de Charlie, embora não conseguisse esquecer-me do próprio rapaz. Durante dez anos, lutei contra Cristo com todo ódio que tinha por Ele, até que afinal a oração de Charlie foi atendida. Um ano depois da minha conversão, fui a uma reunião de orações no Brooklyn, onde as pessoas davam seus testemunhos. Depois que várias pessoas falaram, levantou-se uma senhora idosa e disse: “Estou com os pulmões muito doentes e pouco tempo me resta”. “É um imenso prazer saber que muito em breve me encontrarei com o meu filho e com Jesús”. E ela continuou; “Ele foi ferido em uma batalha e ficou aos cuidados de um médico judeu que lhe amputou um braço e uma perna. Morreu cinco dias após a operação. O Capelão escreveu-me uma carta relatando o que ocorrera entre o meu filho e o médico em seus últimos momentos de vida”. Ao ouvi-la, não me contive. Levantei-me e fui correndo até ela. Apertei-lhe a mão e disse-lhe: Deus a abençoe, minha irmã! A oração do seu filho já foi atendida. Sou o médico judeu por quem o Charlie orou, e o Salvador dele é agora o meu também. O amor de Jesús cativou minha alma!

Dr. M.L. Rossvallly
Julho de 1863.